Brasil Alter do Chão

Peritos da PF vão analisar mudança de cor do rio Tapajós em Alter do Chão

Grupo formado por especialistas e Ministério Público sobrevoará a região do Pará nesta segunda-feira.

Por Hélder Loureiro Pegado

23/01/2022 às 20:57:09 - Atualizado há

A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar os motivos da alteração na cor das águas no rio Tapajós, em Alter do Chão, no Pará. A corporação enviou peritos para a região e pretende fazer um sobrevoo na área nesta segunda-feira, (24). A fiscalização será realizada com duas aeronaves do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade, que chegarão neste domingo, (23), ao local, informou ainda a PF. O grupo que deve comparecer à região afetada será composto também por integrantes do Ministério Público, técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e pesquisadores da Universidade Federal do Oeste do Pará. Segundo a PF, a vistoria vai analisar a extensão da mancha que está ocasionando a mudança da coloração do Rio Tapajós, além de colher amostras da água turva em diferentes pontos do rio para posterior análise e laudo pericial. A investigação foi oficialmente aberta na quinta-feira, (20). A corporação também indicou que técnicos do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, com apoio do Corpo de Bombeiros, iniciaram na quarta-feira, (19), uma inspeção de emergência no rio Tapajós. Amostras foram coletadas e encaminhadas para análise após a água apresentar coloração turva – não característica na região. Nesta sexta-feira, (21), o Ministério Público Federal enviou requisições ao Ibama e à Secretaria do Meio Ambiente para que informem quais medidas estão adotando para conter danos ao rio Tapajós, na região oeste do Pará. A Procuradoria também pediu que a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) informe se há estudos sobre a turbidez das águas e sobre casos de contaminação por mercúrio na população humana e animal da região. O órgão ainda decidiu convidar pesquisadores, órgãos e entidades públicos e a sociedade civil organizada para discutir as medidas de contenção do avanço da poluição no leito do rio Tapajós. *Com informações do Estadão Conteúdo

A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar os motivos da alteração na cor das águas no rio Tapajós, em Alter do Chão, no Pará. A corporação enviou peritos para a região e pretende fazer um sobrevoo na área nesta segunda-feira, (24). A fiscalização será realizada com duas aeronaves do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade, que chegarão neste domingo, (23), ao local, informou ainda a PF. O grupo que deve comparecer à região afetada será composto também por integrantes do Ministério Público, técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e pesquisadores da Universidade Federal do Oeste do Pará. Segundo a PF, a vistoria vai analisar a extensão da mancha que está ocasionando a mudança da coloração do Rio Tapajós, além de colher amostras da água turva em diferentes pontos do rio para posterior análise e laudo pericial. A investigação foi oficialmente aberta na quinta-feira, (20).

A corporação também indicou que técnicos do Ibama e da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, com apoio do Corpo de Bombeiros, iniciaram na quarta-feira, 19, uma inspeção de emergência no rio Tapajós. Amostras foram coletadas e encaminhadas para análise após a água apresentar coloração turva – não característica na região. Nesta sexta-feira, 21, o Ministério Público Federal enviou requisições ao Ibama e à Secretaria do Meio Ambiente para que informem quais medidas estão adotando para conter danos ao rio Tapajós, na região oeste do Pará. A Procuradoria também pediu que a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) informe se há estudos sobre a turbidez das águas e sobre casos de contaminação por mercúrio na população humana e animal da região. O órgão ainda decidiu convidar pesquisadores, órgãos e entidades públicos e a sociedade civil organizada para discutir as medidas de contenção do avanço da poluição no leito do rio Tapajós.


Fonte: Estadão Conteúdo
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